Nova Edição da Revista

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CET-RIO

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História PDF Imprimir E-mail

O presidente eleito, o empresário Ney Robinson Suassuna, coloca no seu 1º discurso a filosofia da entidade: “Vamos juntos criar um bairro com personalidade diferenciada, onde empresário e governo exercem parceria”. Hoje com 20 anos de existência a Acibarra continua registrando todos os fatores positivos da região sintetizados na frase ”Sorria você está na Barra”.

O QUE A ACIBARRA JÁ REALIZOU?

  • Lutou pela emancipação da Barra devido às altas taxas de IPTU pagas pelos moradores da região, sem o devido retorno;
  • Construiu 140 casas populares em Curicica para acolher os moradores, que seriam remanejados da favela da Via Parque;
  • Acibarra e Faciarj - promoveram o I Encontro de Prefeitos, Presidentes de Associações e Câmaras de Vereadores do Rio de Janeiro/RJ – 1º EPEV;
  • Criação do monumento à Ayrton Senna na Avenida Alvorada, hoje Avenida Ayrton Senna;
  • Criação do monumento das Américas na Avenida Armando Lombardi;
  • Inauguração da placa (Back Light) “Sorria você está na Barra”, na saída do túnel do Joá;
  • Acibarra e Sebrae participaram do III Encontro das Américas, Fórum de Belo Horizonte/MG, que teve como objetivo a expansão do livre comércio nas Américas;
  • A Acibarra com o apoio do BarraShopping forneceu transporte para as ações de recolhimento de crianças do juizado de menores;
  • Moções junto às autoridades reivindicando a obra do emissário submarino e esgotamento da Barra, Recreio e Jacarepaguá;
  • Promoções de eventos culturais em parceria com a subprefeitura da Barra da Tijuca;
  • Doou motos para a 16ª DP e carros para o 31º BPM;
  • A Acibarra e Eletrobrás promoveram a decoração natalina da Igreja São Francisco de Paula, que teve a sua cúpula toda iluminada;
  • A Acibarra apóia o Ecomóvel - Escola Laboratório – que vem levando para os seus visitantes importantes informações de interesse público.

 

HISTÓRIA

Sem dispor de satélites ou mapas aerofotográficos, os Correia de Sá, a começar por Salvador, premonitoriamente escolheram sempre os melhores sítios da cidade para contemplarem-se, uns aos outros, com extensas terras, sob forma de sesmarias.
Por este caminho, Salvador Correia de Sá, Governador Geral do Rio de Janeiro, deu aos seus filhos Gonçalo e Martim as terras da grande Baixada de Jacarepaguá.
Ficou com Gonçalo a área para os lados do maciço da Pedra Branca e para o Martim, o lado oposto, subindo pelo maciço da Tijuca.
Enquanto vivos foram, os irmãos sempre conviveram harmoniosamente, tendo inclusive redividido, em comum acordo, a grande área da qual eram donos, para atender às conveniências pessoais de cada qual.

Se, na época já existissem a Taquara e Freguesia, poder-se-ia dizer que Gonçalo era um homem da Taquara e seu irmão, Martim, o equivalente na Freguesia.
Tinha Gonçalo uma filha, Vitória, que ao casar com o Governador do Paraguai, Luiz Cespedes Xeria, recebeu como dote parte dos terrenos do seu pai, acrescida por outra parte dada por seu tio, Martim, então já Governador da Cidade.
Os limites físicos da doação feita alcançavam, aproximadamente, desde os contrafortes da Serra de Guaratiba até o arroio Pavuna ( hoje um rio poluído, mal tratado, vizinho a grande empreendimento imobiliário, denominado Rio 2).
Martim Correia de Sá, primeiro Governador da Cidade nascido no Brasil, por seu turno, era pai de outro Salvador, o Correia de Sá e Benevides, que chegou a ser, em três oportunidades, igualmente a Governador Geral da Cidade.